23 FILMES PARA ASSISTIR ANTES DE FAZER O VESTIBULAR E O ENEM

Por Natasha Franco, Assessora de Comunicação do CSCM-RJ.

Sabia que assistir a filmes, além de um momento de lazer, pode ser um ótimo recurso pedagógico? Determinadas obras cinematográficas retratam fatos históricos, circunstâncias sociais ou cenários econômicos, como uma extensão dos conteúdos ministrados em sala de aula. Além disso, para quem tem maior facilidade de aprender ouvindo ou vendo, os filmes elevam o nível de conhecimento.

Mensalmente, acontece no Colégio Sagrado Coração de Maria – Rio de Janeiro o “Em Cartaz no Sagrado”. Alunos do 9º Ano e do Ensino Médio assistem a filmes seguidos de debates orientados por educadores e especialistas nas diferentes áreas. O projeto, que aborda temas do currículo escolar somados ao contexto do cinema, busca estimular o pensamento crítico por meio da ampliação do repertório cultural dos estudantes.

De acordo com a orientadora educacional do segmento, Giselle Teixeira, o som, os efeitos especiais e demais recursos utilizados nos filmes tornam os assuntos ainda mais atrativos para os jovens. Para ela, o conteúdo pode ser mais bem compreendido devido à existência de diferentes maneiras de aprendizagem. “Para alguns pode ser uma forma mais agradável de aprender, e o que é prazeroso, teoricamente, é assimilado mais facilmente.”

A coordenadora pedagógica Fernanda Hespanhol explicou que, de acordo com o assunto abordado em cada filme, é possível trabalhar os mais variados aspectos das disciplinas acadêmicas, principalmente na área das Ciências Humanas.

Os filmes tratam de questões sociais atuais, como o preconceito, a influência da mídia, o trabalho infantil e o sistema político. O “Em Cartaz no Sagrado” tem como mediador do debate o professor de Sociologia e Filosofia Thiago de Mello, que colabora para a reflexão e contextualização dos alunos em relação ao conteúdo assistido. A troca de ideias e os diferentes pontos de vista enriquecem ainda mais o debate. “Além de toda essa concepção pedagógica, o projeto também influencia a socialização dos alunos que, por serem de turmas e séries diferentes, têm a oportunidade de se conhecer melhor, dialogar e aprender a respeitar as opiniões divergentes. A rede de comunicação entre eles se amplia de maneira positiva e saudável. A proposta é realmente muito valiosa.”

Separamos uma lista com 23 filmes que apresentam temas ligados à matriz curricular do ENEM e dos diferentes vestibulares. Selecione alguns, reúna os amigos e prepare a pipoca. 😉

Divirta-se e aprenda ainda mais!

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CONFIRA 11 DICAS QUE REFORÇAM A IMPORTÂNCIA DE BRINCAR

Por Caroline Sá Ferreira, Assessora de Comunicação do CSCM-BSB, e Alexandra Viegas, Coordenadora Educacional da unidade.

Brincar é uma atividade importante no processo de desenvolvimento das competências e das habilidades na Educação Infantil. A Rede Sagrado – Colégios Sagrado Coração de Maria  acredita que, brincando, as crianças aprendem sobre si mesmas, já que aprendem por meio da troca com o outro e com o que este lhe oferece durante a brincadeira.

As crianças brincam para desvelar o ambiente escolar, para aprender a compreender os acontecimentos que ocorrem ao seu redor e para se divertirem. Já as educadoras planejam cada brincadeira para estimular o desenvolvimento infantil, seja com o objetivo de observar os interesses ou as habilidades das crianças.

O papel de estimular a criança a brincar não é só da escola, mas também da família, que deve valorizar e investir em brincadeiras com seu filho, não somente como entretenimento, mas também como um momento de aproximação familiar. Por isso, a equipe pedagógica do Colégio Sagrado Coração de Maria Brasília compartilha 11 razões que irão ajudar a entender porque brincar é fundamental na rotina da criança.

Confira, abaixo, esses valiosos conselhos:

1) Brincar combate a obesidade, evita o sedentarismo e desenvolve a motricidade. Dica: meia hora de pega-pega e amarelinha consomem a média de 224 calorias.

2) Brincar promove o autoconhecimento corporal. Dica: brincadeiras de correr e pular permitem que a criança conheça seus limites e seus potenciais.

3) Brincar estimula as competências socioemocionais. A brincadeira é uma necessidade biológica e que fortalece as relações socioafetivas, estimulando aspectos como autocontrole, cooperação e negociação.

4) Brincar gera resiliência. Ao brincar, a criança aprende a lidar com a frustração, administrando melhor as emoções.

5) Brincar ensina o respeito ao próximo. A criança apreende a relacionar-se, aceitando as diferenças.

6) Brincar desenvolve a atenção e o autocontrole. Brincadeiras como montar um quebra-cabeça é um desafio que, a cada vez, será melhor resolvido.

7) Brincar evita o tédio e a tristeza. Por meio de brincadeiras, a criança fortalece a sua saúde emocional.

8) Brincar incentiva o trabalho em grupo. As brincadeiras e os jogos coletivos estimulam a cooperação, o respeito e as trocas.

9) Brincar estimula o raciocínio estratégico. Jogos com regras criam situações de impasses que precisam ser vencidos.

10) Brincar promove a criatividade e a imaginação.Estimule mais a criança com brincadeiras com objetos simples do que com brinquedos prontos e caros.

11) Brincar estabelece regras e limites. A criança aprende a respeitar o espaço e o limite do outro.

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CONFIRA 5 DICAS DE COMO FAZER UMA BOA REDAÇÃO

Por Rosana de Paula, professora de Língua Portuguesa e Redação do EFII e EM do CSCM-Ubá, e edição de Andrea Margato, CPG da unidade, e Tabata Martins, Coordenadora de Comunicação da Rede Sagrado.

Reunir os alunos em um espaço de discussão sobre temas atuais e polêmicos ratifica o envolvimento social que a juventude deve desenvolver em relação à sociedade em que vive. Tal envolvimento, extremamente importante para a formação crítica do indivíduo enquanto cidadão, também tem como um de seus efeitos pedagógicos principais, produções textuais ricas em informatividade, autoria e consistência argumentativa.

Por meio do Projeto Cenas do Cotidiano, desenvolvido no Colégio Sagrado Coração de Maria – Ubá, pelos professores da área de Humanas, tais momentos são proporcionados, a cada trimestre, aos alunos da unidade. Mas, após ler esse post, você também irá conseguir reproduzir tal didática. Então, fique atento (a)!

Conforme a professora Rosana de Paula, uma das integrantes do projeto, uma boa redação envolve dois aspectos centrais: uma estrutura e organização clara e bem executada, além de um conteúdo interessante, instigante e motivador.

Nesse sentido, a educadora explica que seus alunos, ao longo do Ensino Médio, são orientados a entender que, ao escrever um texto, todos têm o compromisso de oferecer uma abordagem que transcenda o senso comum e seja, realmente, reflexiva e cuidadosa. Por isso, o projeto Cenas do Cotidiano, desenvolvido com os alunos na fase final do Ensino Regular, também contribui para que a abordagem reflexiva sobre assuntos da atualidade seja algo cada vez mais comum no cotidiano dos estudantes.

Além disso, a proposta do projeto possibilita que os alunos presenciem o debate entre os seus professores, com pensamentos diferentes sobre determinado assunto. Sendo válido ressaltar que momentos assim podem ser considerados como uma maneira de influenciar a prática do diálogo saudável tão necessária em tempo de intolerância ideológica. Assim, não perca tempo e tente implantar essa ótima ideia com seus alunos (as). Mas, antes, confira as dicas de como escrever uma boa redação que a professora Rosana preparou, especialmente, para você:

Dicas de Redação:

1) Planeje seu texto antes de escrever a versão final. O fluxo dos nossos pensamentos é confuso e, por vezes, incoerente e repetitivo. Escrever à medida que pensamos pode reproduzir esses “defeitos” no texto.

2) Envolva-se com o tema. Seu texto só será interessante para o leitor se você se sentir motivado a escrevê-lo.

3) Observe se as ideias do texto guardam relações lógicas entre si. Isso garantirá que haja unidade de sentido na mensagem final.

4) Transcenda o senso comum. Ofereça informações e abordagens reflexivas, que tornem a leitura do seu texto produtiva, e não apenas a repetição de uma série de discursos sobre ele.

5) Atenção à norma padrão da língua. Grande parte da clareza e da objetividade de um texto está relacionada à correção gramatical, o que inclui cuidados com ortografia, concordância, regência e pontuação, principalmente.

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AUTORREGULAÇÃO DA APRENDIZAGEM: SAIBA COMO O HÁBITO DE ESTUDO AJUDA

Por Rogério dos Santos Maia, Professor de Língua Espanhola do CSCM-Vitória, e edição de Thalita Ramos, Assessora de Comunicação da unidade.

Hoje, o maior desafio do estudante é conseguir ter autonomia para escolher o que aprender em um mundo onde os saberes estabelecidos perdem espaço para a tecnologia e seus aplicativos que os convidam a viver maior parte do tempo em um mundo virtual. Isso significa resistir ao que é, imediatamente, posto na sua frente e decidir o que querer ter diante dos olhos.

Relatos constantes de famílias clamam ainda pela ajuda da escola e dos educadores, pois não conseguem, por motivos diversos, auxiliarem os seus filhos nos estudos em casa, deixando, por fim, a responsabilidade da formação acadêmica dos filhos somente para os professores.

Com o objetivo de promover, de maneira sistemática, o hábito de estudo, o professor Rogério dos Santos Maia, especialista em Sociedade e Cultura Espanhola pelo Instituto Muralhas de Ávila (Espanha) e professor de Língua Espanhola do Colégio Sagrado Coração de Maria – Vitória, aceitou o desafio de assumir a disciplina de Hábito de Estudo e Tarefa Orientada, como extensão de carga horária para os alunos do 5º do Ensino Fundamental I.

Mas, o que é a disciplina de Hábito de Estudo e Tarefa Orientada?

A disciplina tem como objetivo o sucesso escolar sem interferência na qualidade de vida dos estudantes. Dessa forma, visa possibilitar aos alunos a compreensão dos processos de aprendizagem, por meio do uso de estratégias cognitivas, metacognitivas, motivadoras e comportamentais, para mobilização dos pensamentos, dos sentimentos e das ações autocontrolados e orientados na resolução de seus objetivos e metas em busca da excelência acadêmica.

Outro objetivo da implantação da disciplina nessa série do CSCM-Vitória foi em função da necessidade da transição de segmento para o 6º ano do Ensino Fundamental II.

“Essa mudança de segmento traz alguns desafios para os alunos, como o aumento do número de professores, do número de disciplinas e da respectiva linguagem que cada uma irá exigir. Sabemos que essa adaptação é objeto de estudo de alguns pesquisadores/autores do âmbito educacional e ela requer dos professores e de toda equipe pedagógica preparação para auxiliar os alunos nessa caminhada. E essa preparação vem sendo feita de diversas maneiras, tais como a organização de uma equipe de professores com perfil compatível com as necessidades e características dos alunos”, conta o professor.

Maia também ressalta que outras ações são realizadas, como o acompanhamento da coordenadora educacional da série anterior, o encontro de formação de professores e reuniões de pais e planejamentos quinzenais com a coordenadora educacional juntamente com a coordenadora pedagógica de segmento.

O que é autorregulação?

A autorregulação é um estudo um tanto quanto incipiente no contexto dos profissionais da educação básica, pois a cultura da educação pragmática ainda é muito enraizada nas exigências do próprio currículo escolar, dando pouco ou nenhum espaço para estratégias que levem o aluno a refletir sobre seu próprio processo de aprendizagem. Pouco se percebe ainda registros da intencionalidade do professor de usar esse instrumento didático, de fazer o aluno processar sua aprendizagem de forma objetiva e consciente, como parte de seu cotidiano acadêmico.

É importante, antes, entender que a autorregulação, no contexto escolar, é a tomada de consciência dos processos mentais e com isso a retomada do percurso pedagógico do estudante para analisar as ações já praticadas e, assim, de maneira intencional, executar o PLEA (Planejar, Executar e Avaliar).

Dessa maneira, podemos caracterizar a autorregulação como processo intencional que exige do estudante componentes motivacionais, cognitivos e comportamentais. Visto que o educando precisa estar motivado para querer aprender, como também necessita estar em um ambiente propício para adquirir conhecimento e ainda ter disciplina para manter uma rotina que favoreça a sua dinâmica de estudos.

 O que é metagognição?

Outro conceito ainda em construção no meio educacional contemporâneo é a metacognição, que consiste na capacidade do indivíduo de refletir, monitorar e analisar o seu próprio processo de como aprender a aprender. Na perspectiva metacognitivista, diante das dificuldades que terá, o aluno tenderá a fazer escolhas intencionais de estratégias metacognitivas (grifamento, esquemas, resumo, etc), para buscar resultados mais satisfatórios e motivacionais dentro do contexto em que está inserido.

         Desenvolva o hábito de estudo!

Desenvolver no aluno o hábito de estudo é muito positivo e esse processo deve ocorrer a partir da orientação da tarefa de casa que, semanalmente, é realizada na aula. Para isso, você educador precisa levar em consideração a implantação das seguintes habilidades:

-Desenvolva estratégias construtivas para o próprio processo de aprendizagem;

-Desenvolva a capacidade de controlar, monitorar e regular aspectos da sua cognição, motivação, comportamento e de algumas características do seu ambiente;

-Elabore critérios de referência que possibilitem a avaliação de processos que utiliza na realização das diferentes atividades escolares;

-Utilize técnicas e estratégias de estudo para potencializar a sua aprendizagem;

-Construa conhecimentos e habilidades com maior possibilidade de sucesso e eficácia;

-Aprenda estratégias de solução de problemas que possam ser autorreguladas;

-Adquire autonomia na gestão das tarefas e nas aprendizagens, autorregulando-se;

-Construa uma autoimagem de aprendiz competente e produtivo e, com isso, automotivar-se para continuar aprendendo.

Conquistadas as habilidades acima, acreditamos que parte desses desafios serão, aos poucos, minimizados! 😉

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