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PROJETO SORORITAS: CONFIRA 10 DICAS DE COMO PROMOVER O RESPEITO ÀS MULHERES

Por Caroline Sá Ferreira, Assessora de Comunicação do CSCM-Brasília, e Tabata Martins –  Coordenadora de Comunicação Estratégica da Rede Sagrado

Promover o respeito às mulheres. Esse é o principal objetivo do projeto “Sororitas”, desenvolvido por meio de uma parceria entre alunos do Ensino Médio do Colégio Sagrado Coração de Maria – Brasília e a coordenação do Serviço de Orientação Religiosa –SOR da própria unidade.

Mensalmente, os participantes do projeto, idealizado pelas alunas Laura Gisler e Maria Luiza Avelar,  se reúnem e refletem sobre temáticas que, geralmente, não são abordadas no currículo escolar, como: a atual situação feminina, a importância das mulheres e como é preciso fomentar o respeito a essa figura tão especial para toda e qualquer sociedade.

O “Sororitas” é inspirado no lema norteador 2017 da Província Brasileira do Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (IRSCM) – “Como Corpo em Missão, sob a inspiração de Maria, promover a dignidade da Mulher e o Cuidado com a Criação” e já conta com dois encontros no currículo.

Na primeira reunião, foi abordado o tema “Sororidade: competição entre mulheres”. Já no segundo os alunos discutiram sobre “Aceitação: Indústria da Moda e Gordofobia”.

A proposta do projeto “Sororitas” é que, em todos os encontros, algum colaborador do CSCM-Brasília participe como convidado. E, sempre ao final das reuniões, “cada integrante deixe sua impressão e faça um desabafo. Já recebemos muitos feedbacks das participantes sobre como as discussões causaram um processo de mudança interna e externa”, conta Laura Gisler, aluna da terceira série do Ensino Médio e uma das idealizadoras do projeto.

Devido ao próprio cunho instrutor,  o “Sororitas” também ressalta que os participantes devem estar cientes da necessidade de comprometimento e de responsabilidade para com os estudos dos temas abordados, além da seriedade com o que é proposto. Desta forma, o tema do mês é sempre, anteriormente, disponibilizado a todos, o que garante a prévia familiarização do integrante com a futura discussão.

Para os participantes do “Sororitas”, elevar o feminismo saudável é primordial atualmente e essa luta deve ser comum. Por isso, o grupo fez questão de nos passar 10 dicas de como, cada um de nós, podemos promover o respeito às mulheres no nosso dia a dia.

Confira, abaixo, essas valiosas dicas:

1- Manter a mente aberta para possíveis desconstruções de ideias, mas saber que se pode reconstruí-las de maneira ainda melhor;

2- Pesquisar fontes que tratem da mulher sob uma perspectiva da mesma;

3- Buscar se enxergar e se colocar no lugar da mulher;

4- Ouvir a mulher, antes de prejulgá-la;

5- Entender que mulheres e homens são, em alguns aspectos, diferentes, mas, em outros, iguais;

6- Buscar entender toda a história da mulher para criar empatia com ela;

7- Buscar entender a situação da mulher moderna, para, então, entender os motivos de suas lutas;

 8- Buscar debater sempre sobre a mulher e sua atuação na sociedade;

 9- Questionar falar ou atos que desmereçam ou inferiorizem a mulher;

10- Dar à mulher espaço de fala e atuação.

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Projeto “Café e Convescote literário”: Saiba como trazer a literatura para mais perto dos estudantes

Trazer a literatura para mais perto do dia a dia dos estudantes do Ensino Médio regular e da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Esse é o principal objetivo do projeto “Café e Convescote literário”, de autoria de Bruna Gaio Nardi Pinheiro, professora de Língua Portuguesa e Literatura do Colégio Sagrado Coração de Maria – Rio de Janeiro.

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Implantado há dois anos, o belo trabalho da educadora é dividido em duas etapas: a preparação e sua realização efetiva, sendo que as atividades desenvolvidas pelos alunos do EJA são intituladas de “Café literário” e as do Ensino Médio regular de “Convescote literário”.

1A ideia é que, primeiramente, todos os alunos elaborem textos autorais sobre qualquer tema que desejarem. Em seguida, eles mostrem suas produções textuais ao professor responsável, dentro de um prazo determinado. Assim, há uma correção ortográfica e, posteriormente, devolução. Feito isso, cada estudante tem como dever de casa passar seu texto a limpo, além de digitá-lo e não identificá-lo com seu nome. Afinal, a intenção é que todos sejam lidos livremente durante um café, composto por alimentos e bebidas levados pelos próprios alunos. Uma espécie de “piquenique”.

Durante a confraternização, os estudantes fazem as leituras dos textos. No caso do EJA, as carteiras e cadeiras das salas são posicionadas em círculo para que todos possam ver e ouvir melhor. Já para as turmas do Ensino Médio regular esse momento é feito ao ar livre.

img_20150401_204029630_hdr-300x168Aleatoriamente, os textos são distribuídos pelo professor, mas tomando o cuidado para que ninguém fique com sua própria produção. Entre as obras literárias apresentadas também estão presentes textos de autores consagrados, mas sem a identificação. E, depois da leitura, alguns estudantes são convidados a falar sobre os textos apresentados, além de terem que tentar adivinhar de quem é a obra.  “O objetivo da atividade é o de levantar a autoestima daquele que tiver seu texto classificado pelos colegas como de autor famoso, assim como apresentar textos e autores até então desconhecidos para eles. A brincadeira do Café Literário acaba constituindo uma porta mágica de acesso a um mundo tão vasto e rico, como o da Literatura”, explica a professora Bruna, idealizadora do projeto.

A educadora também ressalta que, devido ao projeto, diversos estudantes passam a pesquisar, ler e escrever mais. Mas, para ela, a principal conquista é fazer com que os jovens “não vejam mais a Literatura como um bicho de sete cabeças, não tenham mais restrição ou bloqueios com a disciplina”.

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